Boas vindas

Que todos possam, como estou fazendo, espalharem pingos e respingos de suas memórias.
Passando para as novas gerações o belo que a gente viveu.
(José Milbs, editor)

3.4.12





Morre na Bahia um dos mais expressivos jornalistas que começou seus 1os. textos no O REBATE nos anos 40/50

- aos 83 anos, faleceu no domingo, 1º de abril, no estado da Bahia, onde residia, o jornalista e publicitário macaense Ney Peixoto do vale. Foi um dos fundadores e também presidente da ABRP - Associação Brasileira de Relações Públicas e, como jornalista, trabalhou no Diário Carioca. Como empresário de comunicação, foi diretor-presidente da Associação de Comunicação Integrada, à época, a maior empresa do país. O Correio da Bahia noticiou o fato lamentando a perda do macaense. Ney, o mais velho da família Peixoto, tinha os irmãos Jerônimo, Antonio, Emília (falecidos), José e Adolfo. Com seus pais, sempre vindo visitá-los na aconchegante residência na Pça. Verissimo de Nello, Ney sempre alegre e feliz relembrava sua infancia nas Ruas da Região de Petróleo. Abraçado ao seu velho pai, caminhava pela Rua Direita, ia até o Lar de Maria e revia os amgos e contemporâneos.
Ney sempre foi um fiel assinante do O REBATE e, sempre recordava os momentos em que fazia seus escritos que eram publicados e guardados com carinho em sua brilhante trajetória jornalistica.
Recebi a noticia atraves do jornalista Armando Barreto. Em nome de O REBATE envio as condolências aos seus familiares e especial aos meus amigos Adolpho e José Peixoto que sei da dor que estão sentido com esta perda.
(José Milbs, editor de O REBATE e amigo da familia)



obituário



Morreu ontem aos 83 anos, o jornalista e criador do Prêmio Esso de Jornalismo, Ney Peixoto do Vale. Ele estava internado desde sexta-feira na UTI do Hospital Aliança por causa de um AVC, Peixoto nasceu em Macaé, no Rio de Janeiro, em 14 de fevereiro de 1929. Quando era diretor do Departamento de Comunicação da empresa Esso Brasileira de Petróleo, em 1955, criou a premiação mais importante do jornalismo brasileiro. Há oito ele morava em Salvador. Seu corpo foi velado e cremado no Jardim da Saudade em cerimônia às 16h30.ney peixoto
Morre o jornalista que criou o Prêmio Esso
Morreu ontem em Salvador o jornalista Ney Peixoto do Vale, aos 83 anos, dois dias depois de ter sido internado no Hospital Aliança, vítima de um AVC. Em 1955, Ney foi o criador do Prêmio Esso -- a mais tradicional e antiga premiação do jornalismo brasileiro. Nascido em Macaé (RJ) e radicado no Rio de Janeiro, Ney foi um dos pioneiros na assessoria de imprensa no Brasil. Ele fundou uma das primeiras empresas especializadas em assessoria de imprensa do país, a ACI (Assessoria de Comunicação Integrada), mais tarde vendida para a Hill and Knowlton.
O jornalista Peixoto do Vale foi um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas, além de ter sido um dos precursores no estabelecimento de padrões éticos da profissão de relações públicas, regulamentada em 1967. Formado em Administração de Empresas, Ney presidiu também a Associação internacional de Relações Públicas. Ele deixou três filhos e nove netos.

31.3.12

Poeta, grande figura de alegre pensar. Morre "Hespanho"" que fazia poesia no ver das coisas

JOSE ANTONIO FRANCO HESPANHOL viveu intensamente a Poesia sem nunca se deixar tomar pela política partidária. Nasceu simples com a simplicidade dos homens do interior que buscam sempre na natureza o florir de seus encantos poéticos.
Beleza purissima do homem do Campo, refletida em um de seus cânticos: “Lá na serra de Trajano
Tem um pau pra derrubar
Em cima tem marimbondo
Em baixo tem mangangá”....
José Antonio faz nascer o carinho das pessoas pelo seu querido recanto de nome Triunfo, vive e revive Trajano de Moraes, As Serras, o Alto do Imbé... busca nos Marimbondos nos Mangagás, nos leva ao Cheiro das fumaças que faziam Obras de Artes, na Maria Fumaça que se dirigia as nuvens das Serras...
Quanta poesia, quanto amor ao seu lugar, no refrão de seu Poema:
“A desgraça do pau verde”
É ter um seco encostado
O seco pega fogo
Verde morre assado”.
Um homem com quase 2 metros de altura e um coração tanto maior que vindo morar em Macaé, cidade grande para ele, soube também ver, por entre o progresso e o fim das Cadeiras nas Calçadas, a Macaé bocolina e bem brejeira... JOSE MILBS DE LACERDA GAMA, escritor e editor que ainda será um Poeta no esmelhamento de obras como a do amigo Hespanhol)...





MACAÉ A PRINCESA DO ATLÂNTICO

Adoro-te bela Princesa do Atlântico,
deitada em teu berço esplendido, de areia,
alegre a merecer dos poetas, os cânticos
mais belos que inspiras e semeias.

Bela mulher dos olhos verdes marinhos,
de cabeleiras verdejantes de tuas matas,
de nuvens claras, que em céu azul são arminhos
que vestes para embelezar-te, e te recatas.

Mas esta beleza não poderia passar despercebida, 0
ante ao olhos dos que em ti admiram a vida,
como os menestréis ou bêbados românticos.

E tu deitada languidamente na areia escaldante,
como a musa dos poetas, e a inspiração dos amantes,
bem merece ser chamada de A PRINCESA DO ATLÂNTICO.

José Antonio Franco Hespanhol
Ontem, perdemos um amigo, poeta e apaixonado pelas letras. E ficamos muito tristes. Nasceu em Trajano, mas viveu Macaé. Nossas homenagens
JOSÉ ANTONIO FRANCO HESPANHOL, 13/10/1951 - 20/03/2012 (assim foi dito por alguem que conviveu com ele atraves da Memoria Macaense que registrou o fato)...


“Lá na serra de Trajano
Tem um pau pra derrubar
Em cima tem marimbondo
Em baixo tem mangangá”


Vim pra vida onde se consagra a morte. Nasci no alto do morro ao lado do cemitério. A noite do meu nascimento no jongo, que era um costume local, ouvia-se na serra de Trajano: “Tem um pau pra derrubar, em cima tem marimbondo em baixo tem mangangá”.
A Maria fumaça subia a serra gemendo um sorriso, na alegria de chegar, tão imponente com a locomotiva de número 31, que é exatamente o contrário do dia 13, o dia real de quando chorando, sorri pro mundo. Só que nesse fatídico dia veio outra máquina e desta feita, com o número 51, que era curiosamente o ano da minha chegada ao mundo, que pode-se dizer triunfal, não que Triunfo seja uma pequena localidade no pé da serra, mas sim porque esse treze não era sexta-feira e sim um belo sábado. Não era agosto, pois era outubro, e o relógio que estava com os ponteiros no 12, não era meia noite e sim meio dia. Assim, estava livre dos estigmas populares que atribuem como sendo a sexta-feira treze o dia do azar.
“Tanto pau no mato
Imbaúba é coronel”
E o jongo continuava com sua cantoria: “tanto pau no mato imbaúba é coronel” - como querendo anunciar o nascimento de um ser poderoso que venceu o dia do azar que acontece em pleno inverno e nasceu numa bela e florida primavera, no mês de outubro. Já desde menino, ainda bebê, vencia obstáculos, nascendo no dia certo mesmo sendo um 13 e na hora certa, mesmo sendo 12 com os dois ponteiros na vertical, pois assim estavam apontando para o céu, como se fazendo um elo entre o firmamento e a terra; essa terra bendita, onde se registra o suave murmúrio das águas buliçosas e velozes que desce riscando num tom prateado o colo da serra em direção ao alto do Imbé.
Na pia batismal recebi o nome de José Antonio Franco Hespanhol. O Franco por parte de minha mãe oriundo de família muito conhecida em Visconde do Imbé, e o Hespanhol do lado paterno, de família também muito conhecida em Santa Maria Madalena. Meu avô era imigrante espanhol, fazia parte da casa espírita Jesus Coroado, que situava-se entre o Arranchadouro e o Largo do Machado. Essa rua hoje leva o se nome.
“A desgraça do pau verde”
É ter um seco encostado
O seco pega fogo
Verde morre assado”.

Desde tenra idade sempre procurei andar em boa companhia, sempre seguindo conselhos dos mais experientes e com Deus no coração, pois a desgraça do pau verde é ter um seco encostado; o seco pega fogo e o verde morre assado, como anunciava o Jongo em suas últimas cantorias.
Memórias... Rios em nossas almas. São pontilhões antigos que nos levam ao rio infinito de nossas lembranças. Nossos ritos, nossos mitos, nossa terra e nosso chão. Uma palavra se levanta, PERTENCIMENTO. Sentimento que nos faz sabedores de nossos signos. Nossa memória é a expressão de todos os sentidos quando em comunhão com o Pertencimento. Levantemos nossa memória. Temos o dever de criar os mecanismos necessários para que nossa pegada, enquanto comunidade nesta terra chamada MACAÉ, não seja apagada por invencionices de nossa história. Macaé é muito mais.

Jose Milbs de Lacerda Gama, editor e amigo das "Memórias Macaenses"...

22.1.12

Pessoas simples, "Moradores de Rua existem em todos os lugares. "Amarelinho" morreu na região de Petróleo. Era de Jiquié - Sergipe...

Qual seria o mistério tão procurado e nunca desvendado da Existência Humana? Onde reside o Belo, onde mora a Razão, o que religa e faz brotar o afeto quando se procura o significado da não Existência e do Saber? Quem era e quem foi AMARELINHO? apenas se sabe que viveu, perambulou, amou e foi amado como ser...



Os moradores da Região do Centro, na Cidadezinha de Macaé, hoje Noroste Fluminense e Capital Brasileira de Petróleo, ja estavam acostumados com a presença matinal de um jovem nordestino. Esquálido, falhas nos dentes centrais de sua boca, sempre às pressas como se fosse para algum lugar. "AMARELINHO' tinha um olhar cansado, fixado num distante mundo de seu interior humano. Olhar que era dotado de pouco brilho mais que, quando visto em sua profundidade por pessoas puras e de dom espiritual sublimado, deixava-se ver na beleza que levada até a sua alma...
"AMARELINHO" era assim. Atencioso no trato com todos, ganhava pela beleza de sua alma que irradiava gentilezas. Fluia criação, nos toque mágioos das plantas que cultivava gratuitamente no CETEP onde era "bem chegado", tratado como humano e fazia seus trabalhos Voluntários...
Por gostar de ser visto pelo que tinha em sua beleza interior, olhado como ser vivo, por alguém que amainava a sua beleza interior, afeiçoou-se a muitos macaenses e moradores que o tratavam cordialmente.
"AMARELINHO" tinha o dom natural de todo nordestino. Dizia que tinha nascido em Jiquié, cidade perto de Aracajú e morava dentro de um carro abandonado no final do Bairro Miramar, bem atrás de um Barração da PMM. Gostava muito de uma Birita, comum a quem vive e mora assim. Nunca se soube porque veio e como chegou. Sabia-se que era de fino trato, devia ter tido uma criação delicada mais nunca deixou abrir a causa de sua opçao pela solidão das dormidas sem destino matinal...
Angela, minha companheira, sempre trazia do CETEP mudas pequeninas de plamtas que ele dava por saber que ela gostava e morava em local onda podia crescer e florir. A epilepsia, unida as doces de Cachaça, devia dar revertérios em sua cabeça ao ponto de evitar maiores ações de trabalho. Dai porque, mesmo sendo aconselhado a deixar o alcool ele nao o fazia. Por estar sempre ajudando as pessoas no CETEP e lá ser visto com carinho e afeto, AMARELINHO falou que ia fazer o Concurso para a Prefeitura que será no Mês de Fevereiro. Queria ter uma renda, voltar a estudar, dizia até que ia receber uma casinha para morar. Gostava de Marilena e de Guto porque olhavam para ele com o mesmo carinho que Angela.
Ontem soube que este jovem Andarilho que fixou-se em Macaé, tinha falecido. As pessoas do mundo das midias de jornais e blogs não devem se deter em uma morte tão simples e tão anunciada. Preocupam-se, creio eu, com outras mortes, ceifadas no auge do Poder e oom suas heranças a serem divididas e buscadas a ferro e fogo com...
Para mim, talvés passasse despercebidas a morte deste jovem Andarilho não fosse a tristeza que vi no sembrante de Angela ao me falar sobre o fato. A ultima Muda de Flores que ela trouxe plantei e tenho certeza que crescerá. Irá se juntar a outras Amarelas que ele mandou e plantei. Por sinal estão floridas no amarelar como se tivessem homenageando ele...
AMARELINHO, com toda simplicidade de sua curta existência, deixou saudades em muitas pessoas que habitam a Educação em Macaé. Trabalho puro, sem nenhum interesse material sem nenhum pedido, apenas doando sua gentileza, seu trabalho e suas flores...
José Milbs editor de O REBATE


HEDIR RENAULT, GRANDE ARTISTA PLÁSTICO, AMIGO DE INFÃNCIA DE GRANDES INFÃNCIAS DA RUA DO MEIO, ESCREVE AO EDITOR JOSE MILBS, VIA FACE BOOK E FALA DAS PESSOAS E GENTES DE ANTANHO...
Hedir Renault comentou seu link.
Hedir escreveu: "Milbs, REMEMBER: Lobo, Maria Cachimbinha, Jumentinho, Papa Lambida, Rita Pavone, Coruja, Milfont e outros melhores socialmente, queridos e saudosos que marcam/marcaram a brejeirice de Macaé com seu caráter folclórico.Orlando Tardelli cantor, Pitico dançarino, Flaubert, boêmio, Frota enxadrista, Levi, o fôlego, Fabiano com seu cachorrinho na standadrd-lambreta .SAUDADES..Símbolos da variedade humana, marcantes por uma característica forte, Godofredo Taboada, "milionário", dono do hotel tradicional, Elias Agostinho, ex-político aposentado, Clóvis Mello, antigo comerciante, "seu" Thiers da rua do Meio, Bolão com a Harley antiga com transmissão, Zé Machado, fazendeiro Cláudio Itagiba, filósofo e no final FILÓSOFO MESMO marcaram meu visual cotidiano nnuma pequena Macaé de grandes amizades.São /foram personagens mais que pessoas."

12.1.12

dr orlando de souza e sua casa na rua da praia. texto sem revisão




José Milbs Lacerda Gama:
Esta casa era visinha da casa onde morava meu primo Aristeu ferreira da Silva. Era ali que morava o doutor Orlando Nunes de Souza, conceituado Médico pai de minhas colegas Ivana, Helena e Orlandinho que foi meu colega de Escoteiro. Morou ali tambem o sr. Sesinando de Souza, contemporâneo de meu avô Mathias Lacerda e que foi Prefeito de Macaé e tio do Dr. Abilio de Souza pai do meu amigo e e Desembargador Ronald de Souza. Ronald era irmão de Ivonildo de Souza, madrinha de minha irmã Djecila, Berenice,minha professora primária e do médico Abilio Claudio.
Dr. Orlando era um homem tranquilo que nos anos 70, ainda no vigor de seus 70 anos,foi meu colega no INAMPS. Sempre alegre e bem humorado. Sua esposa era uma senhora lindissima e suas fihas idem. Eu tenho aqui em casa um movel (comoda de pedra carrara) que foi do Sizinando e depois do Dr. Orlando que me foi doado pelo Ronald...
Doutor Abilio de Souza foi advogado, fez o inventário de minha familia, era ferroviário e grande poeta. Me doou um livro seu que ainda tenho e que fala das belezas que seus olhos viam na sua "querida Macaé".
Teve seu nome homenageado no Forun e depois, por obra de algum Prefeito ou vereadores que não teem compromisso com a cultura ou apenas estão no poder para enriquecerem-se com as vantagens do poder, teve seu nome substituido...
José Milbs editor de www.jornalorebate.com

3.1.12

AOS 82 ANOS MORRE O FERROVIARIO JACY SIQUEIRA QUE FEZ MINHA CABEÇA, AOS 7 ANOS, PARA SER VASCAINO




Pois é meus amigos e leitores de O REBATE. Aqui estou para registrar a morte de um grande amigo que, sempre que a gente se encontrava nas ruas de Macaé, me saudava com as duas frases que batiam solene, alegre, feliz e afetiva em minha memória. Ola Vascaino. Bom dia Menino. Era sempre assim que o Jacy me saudava. "Menino" era a maneira cordial que muitos ferroviários mais velhos, saudavam a gente que iniciavamos profissões no SENAI da Estrada de Ferro Leopoldina nos anos 50.
Jacy tinha vindo com sua mãe, Dona Maria e seus irmãos para fixar moradia em Mscaé. Vieram de Cachoeira de Macacú, assim com também vieram de Quissamã, Joaozinho Passos, sua simpatica esposa Alda e um robusto e inteligente menininho de nome Joel. Todos moravam nas duas casas que minha avó Alice Lacerda, Dona Nhasinha, alugava para manter eu e meus irmaõs vivos e sadios. Jacy e Joaozinho fizeram histórias na Rua do Meio e foram meus "padrinhos" nas andanças pela Oficina Geral de Imbetiba...
O Tempo, senhor dos sonhos e das recordações memoriais, deu espaço longo a vivencia nossa em nossas ruas, antes empoeiradas e hoje com novos progressos e cimentações. Mesmo assim não deixaram que o esquecimento tomasse conta de nossas recordativas andanças pelo camimho fértil da memória...
Hoje, através do Professor do CETEP, Benigno, tomei ciencia da morte de Jacy. Veio pelo telefonema de Angela que me perguntava se eu conhecia um senhor de nome Jacy Siqueira. Era a senha que recebia para voltar ao computador e fazer eterno a existencia deste grande amigo que se foi...
Imbetiba dos anos 50 que ele, como muitos Ferroviários, olharam milhares de dias. Nas manhães, pelo Buzo de 6, 45 e nas tardes pelo das 16,00 onde, em cima de suas luxuosas bicicletas, voltavam para o acalento de seus lares. Macaé foi forjada, em suas história nos ultimos 50 anos, pela presença de centenas de pessoas que habitavam a Imbetiba e que hoje tem sua continuidade pela presença alegre e feliz de millhares de Petroleiros que forjam e cimentam a nova história desta linda cidade de Macaé. Cidade que sempre esteve e estará com seu povo nativo de braços abertos para tantos outros que aqui aportam e aportarão...
As ruas de Imbetiba, a região do asilo e suas vielas jamais terão seus dias com a presença e encantamento mágico dos cumprimentos alegres de Jacy. Eu mesmo vou, apenas recolher, para sonhos futuros, sua meiga vóz saudando o nosso Vasco de tantas glórias. Jacy, como todo Vascaino, sempre fez novas cabeças para a Cruz de Malta. Não sei se alguem teve a lembrança de ornar seu sepultamento com a Bandeira.
Abaixo transcrevo pequeno trecho de um livro que ainda vou publicar O PINGUIN DA RUA DO MEIO, onde falo nele quando de minha volta do Rio de Janeiro para Macaé...



"AS PESSOAS QUE BATEM NAS PAREDES DA MEMÓRIA.

Voltei, os 7 anos do Rio de Janeiro, Del Castilho para Macaé e fui morei na Rua da Estação, na casa de uma prima de minha avó que eu chamava de Tia Domingas Almeida. Esperávamos desocupar a casa da Rua do Meio pois estava alugada a uma familia amiga. Lá moravam Jacy Siqueira, ferroviário, seus pais e um irmão de nome Abiacy Siqueira que foi me comtemporâneo no Colégio Luiz Reid. Jacy foi que fez a minha cabeça para ser Vasco da Gama. Era um tempo bom para nós vascainos dos anos 46 em diante. Tri-Campeonato, Ademir, Barbosa, Augusto, Wilson, Maneca, Tesourinha, Heleno, Ely, Danilo, Jorge, Ipojucan figuravam nas meus "Jogos de Botôes pelas Varandas". Não havia televisão e a gente imagina as jogadas que Jorge Curi e Mario Vianna iam falando nos lançes mais perigosos. Pela manhã iamos fazer, em folha de papel dos nossos diversos colégio, os desenhos dos jogadores e como tinham sido os gools".
José Milbs de Lacerda Gama editor de www.jornalorebate.com

27.12.11

Lembrando do Mestre Antonio Alvarez Parada - TONITO --





No que você está pensando?

Jose Milbs Gama
LEMBRANBDO DO MESTRE ANTONIO ALVAREZ PARADA O QUERIDO TONITO

Um dos grandes valores de nossa Velha Macaé. Tonito foi meu professor no SENAI, sua irmã, a linda e querida Anita minha mestre em Portugues, imrão do Colunista de O REBATE nos anos 60 Cezário Alvarez Parada, Irmão da simpatica e alegre Herminia, sofreu com Dona Artemia a morte prematura de Pilar a lindissima menina que a todos encantavam. Que a minha querida Detinha, sua fiel Companheira tenha um Ano de Luz e que Macaé não esqueça seus valores culturais que O REBATE, volando às Bancas em Janeiro, será o defensor... Grande Tonito. Grande Poeta e Historiador. Nosso Mestre.. Jose Milbs de Lacerda Gama editor de www.jormalorebate.com
http://www.jormalorebate.com/
www.jormalorebate.com


CEZARIO ALVAREZ PARADA JR E OUTROS, VIA FACEBOOK FALAM SOBRE TEXTO
Luiza Caetano Feliz Ano Novo Querido José Milbs, igualmente para o Rebate a continuação dos sucessos e das notícias

Cesareo Jr Alvarez Parada Obrigado Jose Milbs,pela lembrança. que tenha de igual valor tudo que a nossa familia foi desejado. abraços Cesareo Junior

4.12.11

Ex vereador da Região de Petróleo, Otoniel Gomes tavares, "TAECO" morre após Cirurgia. Corpo chega hoje em Macaé...





Neste domingo a noticia chegou e pegou todos de ssupresa. Aos 74 anos, o empresário e ex vereador Otoniel Gomes Tavares não resistiu a uma Cirurgia Cardíaca e faleceu no Rio de Janeiro.
Nascido em Carapebus, quando ainda era distrito de Macaé, capital nacional do Petróleo, desde cedo mudou-se para a cidade. Foi ferroviário nos no final dos anos 50 e,em no ano de 1966 foi eleito Vereador. Participou comigo na Camara dos Vereadores e juntos criamos um bloco parlamentar que era composto por mim, Jodyr Souto Correa, Lealdino Magalhaes, Roberto Garrido de Souza. Eramos do antigo MDB e fui lançado a Prefeito em uma das 3 legendas do partido.
Deixando a politica,dedicou-se ao Comércio de Tintas e fundou a TAECO TINTAS se firmando no ramo quando a cidade ainda engatinhava no progresso. Mesmo afastado sempre se preocupava com os problemas da comunidade e, das poucas vezes que tive contado com ele, sempre perguntava pelos andamentos jornalisticos de O REBATE e falava de sua preocupação com a saude...
Particioante ativo do LIONS CLUB DE MACAÉ onde sempre se destacava pelos seus dotes de assistencia os mais necessitados, era visto sempre colaborando com várias entidades sociais de Macaé e da cidad de Carapebus. O REBATE imortaliza sua presença na vida e sente sua morte que abre uma lacuna de grandes saudades a todos os moradores, principalmente os da Rua do Meio (Dr. Bueno ) onde ele tinha seu comércia a mais de 30 anos. Participante ativo na Maçonaria e membro de sua fundação conforme texto abaixo onde participou com destaque na Obra da sede em lembrança feita pelo obreiro e amigo Nemezio Nelman Albuquqerque:


"O homem Maçom deve ser o novo Prometeu que rouba o fogo
dos deuses e o entrega a seus semelhantes.
Neste fogo arderá a chama, essa sim, eterna, de liberdade.
Ernesto Guerrini

Já estavam ansiosos os craques, os olheiros e torcedores. O encontro das quintas-feiras na AMA, com o futebol, volta com plena força e vigor, com uma platéia exigente não perdoando seus ídolos quando estes pensam em uma grande jogada e o corpo não obedece. Afinal, são jovens promissores na véspera da melhor idade que se encontram para o salutar bate-papo regado a umas boas, com moderação, e o tradicional churrasco.
A abertura do campo aconteceu dia no 28 de setembro, dia em que o presidente da Associação, o Irmão Olivan Carlos Glória Moreira, zagueiro de estilo clássico, comemorava os seus 72 anos bem vividos.
Criada com grandes objetivos, no dia 6 de fevereiro de 1997, após uma série de reuniões entre as Lojas Obreiros de Macaé n◦ 2075, Gonçalves Ledo n◦ 49 e Perseverança Segunda n◦ 8, foi criada a Associação Maçônica Acácia – AMA. Seus diretores, ao longo deste período, vêm trabalhando em busca da construção de uma área de lazer agregada a um espaço para o Maçom idoso. A área destinada para construção deste espaço é de 5 mil m2, leva o nome de Centro de Excelência do Maçom Idoso Dr. Manoel do Carmo Losada, cuja Pedra fundamental foi lançada em outubro/2003, com a presença do Eminente Grão-Mestre do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro, o Irmão Sérgio Tavares Romay, que vem dando todo o apoio ao projeto, junto com os Irmãos deputados da Poderosa Assembléia Estadual Legislativa Maçônica/GOERJ que aprovaram na Lei Orçamentária/2005, art. 16, anexo II, a destinação de uma verba mensal para a construção do Centro de Excelência do maçom Idoso.
A história desta Associação resume-se nos sentimentos nobres do Irmão Olivan Carlos Glória Moreira, unido aos propósitos de fundação de uma Loja Maçônica - Obreiros de Macaé n◦ 2075 (26) - cujos trabalhos fossem sempre direcionados ao congraçamento de um grupo. O pensamento de seus fundadores era que qualquer trabalho realizado em conjunto, com objetivos comuns, gera um maior potencial de forças, alcançando com mais objetividade as metas programadas. Esta página da vida, para o Irmão Olivan Carlos Glória Moreira, que vem sendo escrita pelos Irmãos de Macaé, tem um significado especial: que unificar pode ser utopia, mas a união e o comprometimento com a Ordem é de responsabilidade de todos os Maçons.
Conhecendo o pensamento comum desses valorosos Irmãos fundadores, o Irmão Olivan despojando de uma parte dos bens materiais de sua família, fez a doação de um terreno de 10 mil m2 à Maçonaria macaense, independente de potência, para construção de um Centro Geriátrico. Mais tarde ficou aprovado que 5 mil seríamos destinados para uma área de lazer.
“A AMA não tem fronteiras. A AMA pertence aos Maçons, portanto ela não é ligada a nenhuma Potência Maçônica”. Este pensamento é comum entre os Irmãos das Lojas fundadoras, que vêm buscando parcerias e recursos para o projeto. Hoje já se tem construído um campo de futebol, sauna, banheiros e uma área com cozinha, churrasqueira e bar.
A busca destes recursos já inseriu no calendário de eventos maçônicos da cidade, contando sempre com o apoio da Prefeitura Municipal do município, o Torneio Tiradentes, realizado anualmente com a presença de representantes de vários orientes e o Arraiá do Bode, também anualmente, reunindo outras instituições sociais representativas da cidade.
A partir de sua fundação já assumiram a presidência da associação os Irmãos Severino Alves Barbosa – Loja Gonçalves Ledo n◦ 49 -, Marcos Antônio Ferreira Franco – Obreiros de Macaé n◦ 2075 -, Olivan Carlos Glória Moreira – Obreiros de Macaé n◦ 2075 e Otoniel Gomes Tavares – Gonçalves Ledo n◦ 49".



Os seus familiares os sentimentos de toda a equipe de www.jornalorebate.com que, dentro de nosso convênio mundial com o Busca do GOOGLE, seu nome sempre estará acessado.
José Milbs de Lacerda Gama, editor de O REBATE e de www.jornalorebate.com

MACAENSE AUSENTE, NEILAH SOUZA AGUIAR ENVIA CONDOLENCIAS AO FAMILIA DO TAECO VIA FACE BOOK
"Macae perde um grande cidadão. Minhas condolencias à familia".






‎"Nenhuma circunstância exterior substitui a experiência interna. E é só à luz dos acontecimentos internos que entendo a mim mesmo. São eles que constituem a singularidade de minha vida". JUNG




Neilah Aguiar


www.facebook.com/Neila.Aguiar

MACAENSE JADYR ZANARDI, FALA DAS SAUDADES E DA PRESENÇA DE TAECO NA VIDA ESPORTIVA DE NOSSA REGIÃO.
Jadir Zanardi jzanardi@oi.com.br

19:46 (10 horas atrás)

para mim, Sônia
Boa tarde
Hoje, logo cedo antes de receber os cumprimentos pelo aniversário natalício, o respeitável irmão Jayme Pinto e a Sônia Golosov, pelo Grupo Espírita Pedro, tive a notícia do passamento do querido irmão Taeco (Otoniel Tavares).
O jornalista e querido amigo José Milbs descreveu um pouco da trajetória do Taeco....... me fez retornar uma Macaé que infelizmente não existe... Mas faltou dizer que foi também, levado pelas mãos de Satiro Esteves, jogador do Fluminense.... foi na verdade um centrofor (como se dizia na época)... não de grandes qualidades, mas lutador, como foi na vida. Amigo, fraterno e solidário.
Abraços a família enlutada. A vida é assim,,,,,,, Obrigado ao José Milbes pelo trabalho que há anos persevera e a querida Sônia Golosov...
Abraçaos aos irmãos das Lojas Maçônicas de Macaé e as de todo o Universo. Pois, saibam todos, o irmão Otoniel Tavaes, será recebido como bem merece no Vale mais iluminado da Grande Igreja Celestial.
Estejam com Deus, sempre

Cláudia Roberta Ozório Pereira:
BRASILEIRA QUE MORA NO CHILE E VELEJOU PELO MUNDO,ESCREVE AO O REBATE E FALA DO LIVRO ECILA E DAS BELEZAS DO TEXTO...



Querido Milbs,

Muito obrigada por toda sua gentileza, ve-se que voce eh um homem como sua mae, que ama pessoas. Todo seu trabalho do jornal eh muito lindo e de importante informacao para todos. O livro sobre sua mae eh excelente, sua mae e uma pessoa especial e espero que Macae toda ja esteja sabendo sobre o livro, eh uma joia. Gostei muito do jeito que escreve citando o nome das pessoas, parece tudo tao vivo.


Um abraco grande,
Claudia Roberta Ozorio Pereira